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Mostrando postagens com o rótulo Ditadura Militar

Homem tatuado abandona moto e foge pela mata, mas deixa para trás mais de 260 pedras de crack em Muritiba

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Droga estava em sacola plástica junto com colete balístico e outra moto; caso foi no bairro Sem Terra nesta sexta-feira (7) O bairro Padre Piazza, conhecido como Sem Terra, em Muritiba, foi alvo de uma operação da Polícia Militar na manhã desta sexta-feira, 7 de agosto. A ação terminou com uma grande apreensão de drogas. Segundo a 27ª CIPM, equipes da Operação Cavalo de Aço faziam patrulhamento após denúncias anônimas de tráfico na localidade. Durante as rondas, os PMs avistaram um indivíduo sem camisa e com várias tatuagens pilotando uma Honda XRE 300 vermelha. Ao ver a polícia, o suspeito largou tudo - a moto e uma sacola - e fugiu pulando muros de casas até desaparecer em um matagal. Os policiais tentaram alcançá-lo e acionaram reforço da guarnição de Muritiba (VTR 9.2703). Na sacola abandonada estava o flagrante: 197 pedras pequenas de crack, 64 pedras grandes da mesma droga, um pino de cocaína e uma bucha grande de maconha. Além dos entorpecentes, os militares encontraram uma Hond...

Caminhada do Silêncio lembra vítimas da ditadura de 1964

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© Rovena Rosa/Agência Brasil A terceira edição da Caminhada do Silêncio, realizada neste domingo (2) na capital paulista, relembrou o golpe civil-militar de 1964, homenageou a memória das vítimas da violência, e pediu o fim da impunidade dos crimes cometidos por agentes estado brasileiro durante a ditadura. O ato teve início na Praça da Paz, no Parque Ibirapuera, e se deslocou até o Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, em frente ao parque. “A mensagem é impunidade nunca mais. O Brasil provou nos últimos quatro anos que é um país que não superou ainda o seu passado. É um país que está marcado pela violência, porque nunca processou de forma adequada os seus processos de violência”, disse Rogério Sottili, diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, uma das instituições que organizou o ato. “ Nós queremos que os responsáveis pelos genocídios, responsáveis por mortes, desaparecimentos forçados, de torturas, sejam responsabilizados. Essa é a única forma de a g...

Em áudios do STM, ministros falam de tortura durante ditadura, diz jornal

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27.out.2015 - Sessão do STM (Superior Tribunal Militar) em Brasília  Imagem: Divulgação/STM noticiasuol.com.br Sessões do Superior Tribunal Militar entre 1975 e 1985 revelam denúncias de tortura durante a ditadura no Brasil, mostram áudios inéditos analisados pelo historiador Carlos Fico, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e revelados pelo blog da Miriam Leitão no jornal O Globo. "Quando as torturas são alegadas e, às vezes, impossíveis de ser provadas, mas atribuídas a autoridades policiais, eu confesso que começo a acreditar nessas torturas porque já há precedente", diz o ministro Waldemar Torres da Costa em um dos trechos. "Eu não me recuso a me convencer dessas torturas, mas exijo que essa torturas tragam uma prova e não fiquem apenas no terreno da alegação. Reconheço, senhores ministros, que também é difícil o indivíduo provar as torturas pela maneira como é feita", continua. Em outra parte, o almirante Julio de Sá Bierrenbach diz que a prática é...

VEJA O RELATO DA TORTURA DE MIRIAM LEITÃO IRONIZADA POR EDUARDO BOLSONARO

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Por: Congresso em Foco Anos depois de ser vítima de tortura pelo regime militar, Miriam Leitão veio a público revelar, com detalhes, o sofrimento vivido nas dependências do quartel do Exército em Vila Velha durante a ditadura militar [ leia abaixo ] . Grávida, a jornalista foi agredida, assediada moral e sexualmente, e até colocada nua dentro de uma sala escura com uma jiboia, onde foi mantida por horas. O episódio voltou a ser comentado depois que, na tarde deste domingo (3), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou suas redes sociais para debochar da tortura vivida por Miriam Leitão. “Ainda com pena da cobra”, escreveu. O ataque foi motivado por um artigo publicado por Miriam no jornal  O Globo  na qual ela critica o posicionamento de integrantes da chamada terceira via de comparar e tentar igualar o ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro, chamado por ela de inimigo declarado da democracia. Em agosto de 2014, a jornalista quebrou o silêncio que perdur...

Cabo Anselmo, ex-agente infiltrado da ditadura militar, morre aos 80 anos

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Cabo Anselmo — Foto: Reprodução/O Globo/Zé Moreau Por: G1Bahia   O ex-agente infiltrado da ditadura José Anselmo dos Santos, conhecido como cabo Anselmo, morreu na noite de terça-feira (15), aos 80 anos. A informação foi confirmada ao  g1  por um ex-advogado dele nesta quarta-feira (16). Ainda segundo o ex-advogado, a morte do cabo Anselmo, que morava em   Jundiaí , no interior de São Paulo, teria ocorrido em decorrência de um mal súbito. Não há informações sobre o velório e o enterro do ex-agente. Conforme a Fundação Getúlio Vargas (FGV), José Anselmo dos Santos nasceu em Sergipe, no dia 13 de fevereiro de 1941. Anselmo fez treinamento de guerrilha em Cuba, foi preso ao voltar ao Brasil e passou a colaborar com o regime militar. Ele atuava como espião infiltrado nos movimentos de esquerda e levou muitos militantes de esquerda à tortura e à morte. Cabo Anselmo esteve na clandestinidade desde os anos 70 depois de passar por uma cirurgia plástica para não ser reconheci...