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Zelensky afirma que exército russo está atacando áreas civis; militares estariam a 32 km de Kiev

Aris Messinis/AFP

Por: ISTOÉ.com.br

Agência Associated Press afirma que militares russos estão se aproximando de Kiev. Segundo o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, ouvido pela AP, as tropas estariam a cerca de 32 quilômetros da capital da Ucrânia.

Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirma que exército russo está atacando áreas civis. “Eles dizem que os civis não são um alvo, mas esta é outra mentira deles: na realidade, eles não fazem distinção entre as áreas em que operam. Esta noite começaram a bombardear bairros civis. Isto nos recorda (a ofensiva nazista de) 1941.”, declara.

Além disso, Zelensky lamentou, em discurso, a falta de atitude por parte de líderes ocidentais. “Nos deixaram sozinhos para defender nosso Estado”, afirmou. “Quem está disposto a lutar conosco? Não vejo ninguém”.

Governo contabiliza 137 mortos e 316 feridos em primeiro dia de ataque.

Ucrânia pede que civis peguem em armas 

Ministério da Defesa ucraniana informou, pelas redes sociais, que esta havendo uma operação de sabotagem das forças russas, executada por um comando de soldados de reconhecimento. O órgão pediu que população de Kiev que pegue em armas.

“Pedimos aos cidadãos que nos informem sobre a movimentações inimigas, que preparem coquetéis molotov e neutralizem o ocupante”, afirma uma nota.

Aris Messinis/AFP


Itamaraty diz que não há  como resgatar brasileiros agora na Ucrânia, mas prepara saídas

O Brasil não tem condições de realizar no momento uma operação de resgate de brasileiros na Ucrânia devido ao fechamento do espaço aéreo, mas um plano de retirada do território ucraniano será colocado em prática assim que houver condições, disse nesta quinta-feira o embaixador Leonardo Gorgulho, secretário de Comunicação e Cultura do Itamaraty.

Não há definições, ainda, sobre como ou quando esse processo de retirada de brasileiros por meio terrestre ocorrerá. Segundo o secretário, também haverá a possibilidade de incluir argentinos, chilenos, uruguaios e paraguaios na operação, a pedido desses países.

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