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Representatividade nas eleições: cinco candidatas, entre trans e travestis, foram eleitas no Brasil

Duas das candidatas foram eleitas para deputadas federais e outras três para deputadas estaduais. Algumas delas ocupam cargos inéditos no Congresso


Nas eleições que aconteceram no domingo (2), cinco candidatas, entre trans e travestis, foram eleitas em todo o Brasil. Algumas delas passam a ocupar cargos inéditos na esfera federal no Congresso. 

A Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) mapeou 76 candidaturas de pessoas trans e travestis em 2022. Destas, 89% foram de mulheres trans e travestis, 6% de homens trans e 5% de pessoas não binárias. Os dados indicam um aumento de 49% nas candidaturas deste grupo em comparação a 2018. 

As candidatas que venceram para deputada federal nas eleições foram Erika Hilton (PSOL), eleita para o cargo pelo estado de São Paulo, e Duda Salabert (PDT), por Minas Gerais. Ambas são as primeiras travestis a ocuparem o cargo em seus respectivos estados. 

Para o cargo de deputada estadual foram eleitas três candidatas. Linda Brasil (PSOL), eleita no Sergipe, Dani Balbi (PCdoB), no Rio de Janeiro, e Carolina Lara (PSOL), em São Paulo. 

Em uma postagem nas redes sociais, a ANTRA comemorou as vitórias e o avanço em buscas da garantia de direitos para esta parcela da população. “Este ano saímos de um quadro onde não haviam representações trans na Câmara Federal para 2 extremamente qualificadas e poderosas. Um número ainda baixo, mas extremamente representativo e potente”, se posicionou a associação em publicação


iBahia

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