Homem tatuado abandona moto e foge pela mata, mas deixa para trás mais de 260 pedras de crack em Muritiba

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Droga estava em sacola plástica junto com colete balístico e outra moto; caso foi no bairro Sem Terra nesta sexta-feira (7) O bairro Padre Piazza, conhecido como Sem Terra, em Muritiba, foi alvo de uma operação da Polícia Militar na manhã desta sexta-feira, 7 de agosto. A ação terminou com uma grande apreensão de drogas. Segundo a 27ª CIPM, equipes da Operação Cavalo de Aço faziam patrulhamento após denúncias anônimas de tráfico na localidade. Durante as rondas, os PMs avistaram um indivíduo sem camisa e com várias tatuagens pilotando uma Honda XRE 300 vermelha. Ao ver a polícia, o suspeito largou tudo - a moto e uma sacola - e fugiu pulando muros de casas até desaparecer em um matagal. Os policiais tentaram alcançá-lo e acionaram reforço da guarnição de Muritiba (VTR 9.2703). Na sacola abandonada estava o flagrante: 197 pedras pequenas de crack, 64 pedras grandes da mesma droga, um pino de cocaína e uma bucha grande de maconha. Além dos entorpecentes, os militares encontraram uma Hond...

Mulher é condenada a 24 anos de prisão por envolvimento no latrocínio da estudante Cristal Pacheco

Crime completou um ano no dia 2 de agosto. Adolescente de 15 anos estava com a mãe e a irmã mais nova a caminho da escola onde estudava, no Centro de Salvador, quando foi morta.


Por: Cruz das Almas News 

Cristal Rodrigues Pacheco foi morta aos 15 anos, em um assalto no Centro de Salvador — Foto: g1/Arquivo pessoal

Gilmara Daiam de Sousa Brito, acusada de envolvimento no latrocínio contra a estudante Cristal Rodrigues Pacheco em Salvador, foi condenada a 24 anos de prisão em regime fechado. A Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), confirmou a informação e entrou com um recurso após a sentença. 

O crime aconteceu há um ano, quando Cristal foi baleada no peito durante um assalto. A jovem estava a caminho da escola junto com a mãe e a irmã mais nova. O latrocínio foi cometido por Gilmara Daiam de Sousa Brito e Andréia Santos Carvalho, que estão presas. 

Suspeitas de latrocínio contra estudante Cristal Pacheco são transferidas para presídio em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia

A mãe de Gilmara a denunciou à polícia e alegou que ela era usuária de drogas e costumava roubar celulares na região. 

A defesa de Andréia alega que ela sofre de dependência química e entrou com um recurso para que ela seja considerada inimputável.

 Quando foi presa, Andréia confessou ter atirado em Cristal, mas alegou que o disparo foi acidental.

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