Homem tatuado abandona moto e foge pela mata, mas deixa para trás mais de 260 pedras de crack em Muritiba

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Droga estava em sacola plástica junto com colete balístico e outra moto; caso foi no bairro Sem Terra nesta sexta-feira (7) O bairro Padre Piazza, conhecido como Sem Terra, em Muritiba, foi alvo de uma operação da Polícia Militar na manhã desta sexta-feira, 7 de agosto. A ação terminou com uma grande apreensão de drogas. Segundo a 27ª CIPM, equipes da Operação Cavalo de Aço faziam patrulhamento após denúncias anônimas de tráfico na localidade. Durante as rondas, os PMs avistaram um indivíduo sem camisa e com várias tatuagens pilotando uma Honda XRE 300 vermelha. Ao ver a polícia, o suspeito largou tudo - a moto e uma sacola - e fugiu pulando muros de casas até desaparecer em um matagal. Os policiais tentaram alcançá-lo e acionaram reforço da guarnição de Muritiba (VTR 9.2703). Na sacola abandonada estava o flagrante: 197 pedras pequenas de crack, 64 pedras grandes da mesma droga, um pino de cocaína e uma bucha grande de maconha. Além dos entorpecentes, os militares encontraram uma Hond...

AGU avalia tomar medidas contra deputados por fake news sobre uso de banheiros unissex nas escolas

Deputados federais Nikolas Ferreira e Filipe Barros disseram que o Ministério dos Direitos Humanos determinou o uso de banheiro unissex nas escolas brasileiras.


Por: Cruz das Almas News 



A Advocacia-Geral da União (AGU) irá analisar a possibilidade de adotar medidas judiciais e extrajudiciais contra os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Filipe Barros (PL-PR) devido à disseminação de notícias falsas relacionadas à adoção de banheiros unissex nas escolas. 

Os deputados publicaram em suas redes sociais afirmando que o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania havia determinado o uso de banheiros unissex nas escolas brasileiras. 

Após as publicações, o ministro da pasta, Silvio Almeida, enviou um ofício à AGU denunciando a propagação de fake news e crimes contra sua honra e a do presidente Lula.

Diante dos fatos mencionados e da possível disseminação de desinformação relacionada a políticas públicas, o advogado-geral da União, Jorge Messias, determinou que a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) analise o caso para tomar as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias. 

O ministro Silvio Almeida afirmou que aqueles que usam a mentira para fazer política, incentivam o ódio contra minorias e agem de maneira contrária aos princípios republicanos devem ser tratados com os rigores da lei.

Uso de banheiro unissex? 

O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) publicou uma resolução no "Diário Oficial" que estabelece parâmetros para garantir o acesso e permanência de pessoas travestis, mulheres e homens transexuais, pessoas transmasculinas e não binárias nos sistemas e instituições de ensino, mesmo que sua identidade de gênero não seja reconhecida em diferentes espaços sociais.

O Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers e Intersexos (CNLGBTQIA+), do MDHC, emite diretrizes para escolas públicas e privadas sobre o uso do nome social de estudantes.

O Conselho criado em abril deste ano tem membros tanto do governo federal quanto da sociedade civil em igual quantidade. Sua principal função é aconselhar e ajudar na elaboração e implementação de políticas e ações relacionadas à comunidade LGBTQIA+.

O governo afirma que a resolução permite que os estudantes usem banheiros, vestiários e outros espaços de acordo com sua identidade de gênero. Também exige medidas para reduzir a violência, como a criação de banheiros de uso individual em espaços públicos, além dos banheiros masculinos e femininos já existentes.

O governo afirma que o documento não é legalmente obrigatório e não menciona banheiros unissex. Há um decreto que determina o cumprimento de uma resolução sobre o tema. A resolução também se aplica aos alunos menores de idade. 

As instituições devem fornecer explicações por escrito aos pais e responsáveis legais caso neguem a garantia do uso do nome social, liberdade de identidade e expressão de gênero. A resolução ainda orienta os pais e responsáveis a denunciarem as negativas às autoridades de proteção de crianças e adolescentes.

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