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Alagoinhas: Mulher é morta a tiros na frente da neta; genro é suspeito do crime

 

Mônica dos Santos Silva foi morta a tiros pelo genro em Alagoinhas, no interior da Bahia — Foto: Arquivo Pessoal

Uma mulher de 43 anos foi morta a tiros na frente da neta de sete anos, na cidade de Alagoinhas, a cerca de 120 km de Salvador. Segundo a família da vítima, identificada como Mônica dos Santos Silva, o genro dela é o suspeito.

A Polícia Civil de Alagoinhas confirmou que o homem identificado como Filipe Matheus Queiroz Bitencourt Carvalho, é suspeito do crime e que a prisão preventiva dele já foi solicitada.

Em entrevista ao nesta quinta-feira (28), a madrinha de Mônica, Kátia Camargo, de 62 anos, disse que a vítima foi baleada no dia 30 de março e morreu no último sábado (23). O sepultamento aconteceu de Mônica aconteceu no último domingo (24), em um cemitério de Alagoinhas. 

Kátia detalhou ainda como a neta de Mônica e filha do suspeito, pediu socorro aos vizinhos após a avó ser atingida.

"A vizinha me falou que Quésia pediu ajuda para socorrer a avó e disse 'aquele assassino atirou na minha avó'. Ele não é mais meu pai. Ele atirou na minha avó", relata.

Após os disparos, os vizinhos arrombaram o portão e socorreram Mônica. Ela foi levada para o Hospital Regional Dantas Bião, passou por três cirurgias, mas não resistiu. Quem também estava no local era o marido de Mônica. Ele foi atingido com um tiro no pescoço, mas passa bem. 

"Ele foi um covarde e acertou Mônica com dois tiros no abdômen. Ele atirou na sogra na frente de Quésia, a própria filha, que tem apenas 7 anos. A menina viu a avó sendo baleada pelo pai", relatou.

Segundo Kátia, o suspeito tinha um relacionamento há cerca de sete anos com a filha de Mônica, com quem teve a pequena Quésia.

"A filha de Mônica tinha 15 anos quando engravidou dele; atualmente ela tem 22. Mônica nunca aprovou o relacionamento deles. Ela [Mônica] disse que Filipe já tinha batido na filha dela e, por isso, decidiu morar perto da jovem", explicou. 

O caso foi registrado na 1ª Delegacia Territorial (DT/Alagoinhas), responsável por investigar a motivação do crime.  

G1/Bahia

 

 

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