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Mostrando postagens com o rótulo Direitos Humanos

Homem tatuado abandona moto e foge pela mata, mas deixa para trás mais de 260 pedras de crack em Muritiba

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Droga estava em sacola plástica junto com colete balístico e outra moto; caso foi no bairro Sem Terra nesta sexta-feira (7) O bairro Padre Piazza, conhecido como Sem Terra, em Muritiba, foi alvo de uma operação da Polícia Militar na manhã desta sexta-feira, 7 de agosto. A ação terminou com uma grande apreensão de drogas. Segundo a 27ª CIPM, equipes da Operação Cavalo de Aço faziam patrulhamento após denúncias anônimas de tráfico na localidade. Durante as rondas, os PMs avistaram um indivíduo sem camisa e com várias tatuagens pilotando uma Honda XRE 300 vermelha. Ao ver a polícia, o suspeito largou tudo - a moto e uma sacola - e fugiu pulando muros de casas até desaparecer em um matagal. Os policiais tentaram alcançá-lo e acionaram reforço da guarnição de Muritiba (VTR 9.2703). Na sacola abandonada estava o flagrante: 197 pedras pequenas de crack, 64 pedras grandes da mesma droga, um pino de cocaína e uma bucha grande de maconha. Além dos entorpecentes, os militares encontraram uma Hond...

MPF e MPSP vão investigar aplicativo simulador de escravidão

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Jogo eletrônico estava disponível na loja virtual do Google por: Agência Brasil   O Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF-RS) instaurou nesta quarta-feira (24) procedimento para apurar um aplicativo simulador de escravidão disponibilizado na Play Store, loja virtual da empresa Google. O jogo eletrônico ficou disponível na plataforma até o início da tarde de hoje, quando foi retirado do ar. No entanto, segundo o MPF-RS, o aplicativo, da desenvolvedora MagnusGames, já havia sido baixado por diversos usuários. Segundo a plataforma, o jogo foi baixado pelo menos mil vezes. Muitos comentários racistas foram registrados. “Diante disso, foi expedido ofício para a empresa Google prestar informações específicas sobre o jogo”, disse o MPF em nota. “Trata-se de um jogo no qual o usuário faz o papel de proprietário de escravos e pode escolher entre a possibilidade de fazer lucro e impedir fugas e rebeliões ou a de lutar pela liberdade e chegar...

Caminhada do Silêncio lembra vítimas da ditadura de 1964

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© Rovena Rosa/Agência Brasil A terceira edição da Caminhada do Silêncio, realizada neste domingo (2) na capital paulista, relembrou o golpe civil-militar de 1964, homenageou a memória das vítimas da violência, e pediu o fim da impunidade dos crimes cometidos por agentes estado brasileiro durante a ditadura. O ato teve início na Praça da Paz, no Parque Ibirapuera, e se deslocou até o Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, em frente ao parque. “A mensagem é impunidade nunca mais. O Brasil provou nos últimos quatro anos que é um país que não superou ainda o seu passado. É um país que está marcado pela violência, porque nunca processou de forma adequada os seus processos de violência”, disse Rogério Sottili, diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, uma das instituições que organizou o ato. “ Nós queremos que os responsáveis pelos genocídios, responsáveis por mortes, desaparecimentos forçados, de torturas, sejam responsabilizados. Essa é a única forma de a g...

Lula sanciona lei que equipara crime de injúria racial ao racismo

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© Valter Campanato/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (11) uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que equipara o crime de injúria racial ao de racismo e amplia as penas. A solenidade de sanção ocorreu durante a cerimônia fr posse, no Palácio do Planalto, das ministras Sônia Guajajara (Ministério dos Povos Indígenas) e Anielle Franco (Ministério da Igualdade Racial) Agora, a injúria racial pode ser punida com reclusão de 2 a 5 anos. Antes, a pena era de 1 a 3 anos. A pena será dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas. Também haverá aumento da pena se o crime de injúria racial for praticado em eventos esportivos ou culturais e para finalidade humorística. A nova legislação se alinha ao entendimento do Supremo Tribunal Federal que, em outubro do ano passado, equiparou a injúria racial ao racismo e, por isso, tornou a injúria, assim como o racismo, um crime inafiançável e imprescritível. A injúri...

O que explica o surpreendente desabafo de Bolsonaro

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Ou… o dia em que o mandatário pediu desculpas e admitiu entregar a faixa presidencial   A última segunda-feira, 12, foi um dia atípico na vida do atual Presidente da República, que levantou a bandeira da extrema direita no Brasil. Sempre presente nas manchetes dos jornais pelos absurdos que fala e pelo radicalismo que demonstra,  Jair Bolsonaro  surpreendeu ao pedir desculpas e ao admitir passar a faixa se perder as eleições. Questionado sobre uma das inúmeras falas infelizes que proferiu durante a  pandemia , o presidente admitiu ter se arrependido de dizer que não era coveiro. “Dei uma aloprada sim, eu perdi a linha (quando disse que não era coveiro). Aí eu me arrependo”, afirmou. Embora tenha dito vários absurdos, é inédito ver Bolsonaro se arrepender de alguma declaração sobre a  Covid-19 . Falta se arrepender de ter dito “isso é mimimi”, “vai chorar até quando”, “vai comprar vacina na casa da sua mãe”, “tem que deixar de ser um país de maricas”, e etc, etc,...